Djungo no Brasil: Por quê?

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Brasileiros são a segunda maior nação  a se  relacionar afetivamente online 

 O Djungo, aplicativo de relacionamentos que combina inteligência artificial e gamificação para formar casais e promover amizades que compartilham valores em comum, priorizando a personalidade em vez da aparência, chegou no Brasil no final de 2021. Desde seu lançamento, o app já acumula mais de 10 mil usuários à procura de um Catch.

 

Sua vinda para o país com exclusividade, não foi à toa.  Brasileiros são heavy users de apps de relacionamento e mantêm o país como o segundo maior mercado do mundo para plataformas de encontros on-line – atrás somente dos Estados Unidos. Segundo o Pew Research Center, as restrições de interação social trazidas pela Covid-19 fizeram esse interesse crescer em média 215%, dependendo da região do país.

 

Existem alguns fatores que contribuem para a popularidade dos apps de relacionamento no Brasil. O principal deles é a tendência de adiar o casamento ou simplesmente não se casar. 

Projeções baseadas na última edição do PNAD, estimam que, em 2020, o Brasil tinha aproximadamente 75 milhões de pessoas entre 19 e 69 anos que nunca se casaram ou que estão divorciadas. O montante equivale a 35,2% da população total. Combinado a isso, o país registra um aumento constante do número de pessoas com acesso à internet. Hoje, 150 milhões de brasileiros possuem smartphones. 

 

O desinteresse por casamento combinado ao amplo acesso à internet resultou em um ‘catch’ perfeito para o mercado de aplicativos de relacionamento: milhões de brasileiros solteiros que passam, em média, nove horas diárias usando navegando no celular. Boa parte deste tempo é gasto em busca de parceiros em aplicativos, mas a solidão da pandemia parece ter amolecido o coração de muitos solteiros. De acordo com relatório de 2021 do Global Dating Insights, as gerações Millennial e Z estão mais interessadas em encontrar um parceiro fixo do que em expandir a lista de ‘contatinhos’. 

 

No entanto, estabelecer relações menos superficiais e mais duradouras nos aplicativos mais populares no país pode ser frustrante. A fórmula de interação centrada em fotos e likes frequentemente resulta em dates ruins e ghosting. Para evitar surpresas desagradáveis, dois em cada três usuários de aplicativos de relacionamento utilizam o Google ou as redes sociais para saber mais informações sobre o potencial parceiro. 

 

“Escolher um parceiro arrastando o dedo na tela e dando um like transformou a conquista em algo automático e sem significado. Por certo tempo, esse novo jeito de se relacionar funcionou, pois gerava expectativa e curiosidade. Hoje, gera frustração. Mas relacionamento on-line não precisa ser sinônimo de relacionamento superficial”, afirma Jakob Lundström, Co-funder e CEO do app de relacionamento Djungo.  

Assim nasceu a startup Djungo, uma plataforma oferece mais de 200 de opções de perguntas sobre os mais variados temas. É possível escolher questões ligadas a valores pessoais, como: ‘dinheiro ou tempo livre?’, ‘beleza ou inteligência?’. Ou perguntas que indicam estilo de vida e planos futuros, tal qual ‘filhos ou pets?’, ‘economizar ou gastar?’. Há opções mais leves, que envolvem estilo musical e bebida preferida, mas também é possível escolher temas mais polêmicos. Em tempos de polarização, o app oferece perguntas que podem ser cruciais para definir se vale a pena ou não investir em relacionamento.

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